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Vintage Vantage – Neblina

Vintage Vantage – Neblina

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EP

2016

Brasília/DF

Baixado 72 vezes!

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Sobre

Vintage Vantage é um trio instrumental formado por Gabriela Ila (piano), Lucas Pacífico (guitarra) e Renan Magão (bateria). 

Com fortes influências do rock progressivo e da música brasileira, a banda acaba de lançar seu segundo EP da banda intitulado “Neblina”, primeiro EP do trio, pelo selo brasiliense Martelo Recs. Gravado na Sala Fumarte e produzido por Gustavo Halfeld.

Há uma velha frase que diz que o ‘baixo é a alma da música’. Não deixa de ser verdade, mas também não quer dizer que os graves devem ser limitados às quatro cordas convencionais. A grande sacada é saber aproveitar as oportunidade e usar com criatividade o que tem, seja limitação técnica, de pessoas ou se realmente sua proposta é sair do formato padrão de banda.

E se é para ousar, que se faça com estilo. Bateria, guitarra e piano. É assim, sem vocal, baixo e com um piano que a Vintage Vantage se apresenta para o mundo. O trio instrumental formado por Gabriela Ila (piano), Lucas Pacífico (guitarra) e Renan Magão (bateria) nasceu em Taguatinda-DF em 2010, lançando neste mês o seu segundo registro, o EP Neblina.

Parece pouco, quatro faixas, mas muito sentido no registro. A guitarra cheia de fraseados que conversam com o ouvinte, o piano misturando a base com algum toque de melancolia e a bateria segurando todas as paisagens psicodélicas da banda, fazem um conjunto coeso e muito funcional sem se prender ao convencionado musicalmente como ‘bom’ ou ‘o certo’.

Essa ousadia da banda é, na verdade, o seu grande diferencial. Tipo “Deserto”, segunda faixa do disco, que parece um Sérgio Mendes afogado em LSD, ou a título, “Neblina”, que soa como uma trilha de um horror movie bem antigo. A verdade é que a banda parece se focar em temáticas para suas canções, não se apega a estilos e tenta expandir ao máximo o seu universo criativo para além de um potencial progressivo onde seu som originalmente remete.

E este nem é o primeiro trabalho da banda, se você contar o auto intitulado registro disponibilizado em 2013. Seis canções que mostram uma banda tentando se expressar e encontrar o melhor espaço para isso, abusando de efeitos de guitarra e ainda com um baixista na formação. Não é a melhor gravação e produção, mas é uma banda tentando.

Neblina, o mais novo e indicado EP, é na verdade um vai e vem de climagens exploradas por uma banda ousada dentro de sua essência e que sabe usar muito bem sua versatilidade dentro da própria música. O trabalho saiu pelo selo Martelo Records, com produção de Gustavo Halfeld e gravação na sala Funarte. Se você quer que sua vida pareça um filme, com uma trilha sonora para cada momento, é melhor você dar o play nessas músicas.

Marcos Xi

Victor Valentim – Bits in (re)Construction

Victor Valentim – Bits in (re)Construction

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Single/Compacto Lo-Fi

2015

Brasília/DF

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 Disco especialmente cortado na Casa Brasilis/SP – (Vinyl-Lab) por Dj Niggas (Vinil é Arte). Single Bits in (re)Construction – produzido especialmente para a performance homônima, realizada em no UVM – Understanding Visual Music 2015 – CCBB/Brasília e exposição Reconvexo Intinerante – Caixa Cultural/Brasília e desenvolvida durante pesquisa de mestrado em Arte e Tecnologia da UnB. Arte, Composição, Produção, Mixagem e Masterização por Victor Valentim – 2015 – Brasília/DF

Descrição:

Construir e desconstruir. A ação do DVJ nos toca-discos, remixando diferentes bases sonoras abre caminho para uma nova abordagem sobre a composição de batidas (beats) e imagens em tempo-real. A abertura tecnológica para recomposição de imagens e sons interativos no contexto das artes computacionais ampliam as formas de relacionar de maneira multissensorial os conteúdos audiovisuais gerados em tempo-real. Bits in (Re)Construction é uma performance audiovisual, realizada com a ampliação do sistema do vinil projetável. Esta ampliação está centrada na produção de conteúdos sonoros e visuais que interagem com a remixagem ao vivo realizada pelo artista. A proposta estético-computacional da obra está dividida entre o desenvolvimento do sistema e a performance e improvisação com os conteúdos sonoros e visuais. Entre os contextos e nichos poéticos que a remixagem se insere como linguagem artística, a ampliação de um sistema próprio para unir a remixagem de sons e vídeos em tempo-real desperta uma série de conceitos entre a técnica e a poética, aliados à experimentação com os recursos tecnológicos ressignificados para a difusão de projetos de arte, tecnologia e inovação.

OBS:

O Lo-Fi é um produto artesanal, feito um-a-um, como um “quadro que toca”. É cortado em uma tecnologia dos anos 50, e pode não funcionar em alguns toca-discos, mais simples, e que não possuem a rotação de 45RPM.

Victor Valentim – Música Eletroacústica Candanga

Victor Valentim – Música Eletroacústica Candanga

 

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Álbum

2012

Brasília/DF

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Primeiro disco do compositor brasiliense Victor Valentim, é uma compilação de seus trabalhos de música eletroacústica compostos entre 2007 e 2011. Lançamento do selo Miniestéreo da Contracultura – MDC 001 – Brasília/DF

Produção Musical: Victor Valentim

Mixagem e Masterização: Victor Valentim no estúdio Miniestéreo do Som

Projeto Gráfico: Victor Valentim

Programação Visual em Processing: Diana Lange

Participação Especial de Zé do Pife na Faixa Autostractus Translucidus

Tritongo – O Salto do Cenoura

Tritongo – O Salto do Cenoura

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EP

2013

Brasília/DF

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Primeiro disco do Trio Instrumental Brasiliense Tritongo. Formado em 2012 por Victor Valentim, Guilherme Cobelo e Alexandre Lima, tem a proposta de apresentar músicas autorais de caráter improvizativo e sem a preucupação com estruturas convencionais. Todas as músicas do disco fazem parte da trilha sonora do curta documentário “Ponto de Memória” de Tiago Rocha, que conta a história da Vila Estrutural/DF e do lixão e seus catadores. Lançamento do selo Miniestéreo da Contracultura em parceria com 3Conto Videos – MDC 002 – Brasília/DF

Produção Musical: Victor Valentim

Gravado no Estúdio da Música (UnB): (Faixa 1 e 3) e no Ocupa Cenoura: (Faixa 2)

Mixagem e Masterização: Victor Valentim no estúdio Miniestéreo do Som

Projeto Gráfico do Encarte: Victor Valentim

Textos: Guilherme Cobelo e Victor Valentim

Programação Visual em Processing: Marius Watz

Composições e Arranjos: Tritongo

Tatá e Danú – O Leve

 

Tatá e Danú – O Leve

 

 

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CD

2015

Brasília/DF

 

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Tatá e Danú não tinham carreira artística até o lançamento do Leve. Se conheceram por terem interesses acadêmicos parecidos. Um dia foram fazer, juntas, aulas de pandeiro e canto. Nasceu daí uma amizade e uma revolução: passaram a compor em parceria nessas aulas, que, pela alegria e pela imensa quantidade de pessoas que ali circulavam tocando, cantando e batucando, ganharam o apelido de aulafesta. Wilson Bebel, músico da cidade e frequentador da aulafesta, foi quem primeiro entendeu, antes mesmo de Tatá e Danú, que aquela parceria estava dando umas boas frutas – e então resolveu produzir o disco. O Leve nasceu desse encontro extraordinário entre Tatá, Danú e Wilson Bebel.

O disco, que é o primeiro da dupla, foi lançado pela internet em junho de 2015, mês em que tanto Tatá quanto Danú defenderam seus doutorados. Inteiramente gravado, mixado e masterizado na Casa do Som, estúdio-apartamento de Dudu Maia, o disco surpreende pela sua instrumentação de base: o cavaco, a guitarra e o teclado do Grupo Trilogia, banda de jazz formada por Pedro Vasconcellos, Zé Krishna e Misael Silvestre. A variedade de ritmos das faixas também chama a atenção no Leve. Tem samba, choro, valsa, ijexá, maracatu, bossanova, pop. Toda essa diversidade – que fez que com Tatá e Danú chamassem O Leve de um disco de “psycojazz rural” – pode ser ouvida através da internet – no site www.oleve.com.br – ou em serviços de streaming e venda de música digital (Rdio, Spotify, Itunes, etc). Neste site também se pode comprar o disco físico.

O site tem algumas curiosas, como as “separatas”. Você já se pegou tentando separar, assim, na cabeça mesmo, os instrumentos, ou um pedaço de uma música? Pois a galera d’O Leve fez isso pra gente ouvir. Lá é possível ouvir pedaços ou camadas de algumas músicas do disco que foram destacadas para serem curtidas separadamente. Uma das separatas, por exemplo, revela nada mais, nada menos, que um duelo (na verdade, uma dança) entre Márcio Marinho e Pedro Vasconcellos, dois dos maiores cavaquinistas do Brasil. O site traz também comentários técnicos do Dudu Maia sobre as gravações. Vale a pena passar lá.

Renata Weber

Ouvir Online: http://www.oleve.com.br/

Ficha Técnica:

produzido por hágentes no subsolo – tatá weber, danú gontijo e wilson bebel
produção executiva – tatá weber, danú gontijo
concepção e direção musical – wilson bebel
pré-produção – tatá weber, danú gontijo e wilson bebel no estúdio aberto (brasília) com adriano sargaço
arranjos – wilson bebel, com a colaboração do trilogia (misael silvestre, pedro vasconcellos e zé krishna)
gravação, mixagem e masterização – dudu maia, casa do som (brasília)
projeto gráfico – miguel acioli
desenvolvimento do site – rodrigo severo
transcrição e digitalização das partituras – pedro vasconcellos e misael silvestre
fotografia e audiovisual – lena tosta
revisão – mônia silvestrin

gravado na casa do som (brasília) por dudu maia entre 16 de junho e 25 de agosto de 2014

 

Rios Voadores – Single 2015

 

Rios Voadores – Single 2015

 

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EP

2015

Brasília/DF

 

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A Rios Voadores traz nesse novo single um vislumbre da sonoridade que estará presente no seu álbum de estréia, gravado pelos irmãos Gustavo e Thomas Dreher e com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2016. O grupo flerta com o rock and roll psicodélico-setentista trazendo daí boa parte de suas influências. Isso fica perceptível quando escutamos as músicas Barnabé Itamar Produções e Brasil de Ponta-Cabeça. Com vocais marcantes, guitarras distorcidas e ‘defeitos espaciais’ a banda está ganhando espaço com shows eletrizantes e tem deixado o público ansioso pelo disco que está a caminho.

Rios Voadores

Rios Voadores

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Álbum

2016

Brasília/DF

Baixado 60 vezes!

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Influências múltiplas dos anos sessenta e setenta compõem o trabalho autoral desta banda que mistura o rock’n’roll e o blues à descontração tropicalista. O grupo, formado há 5 anos, mostra em seu trabalho composições dos seus integrantes Gaivota Naves (vocal), Marcelo Moura (guitarra), Tarso Jones (teclado), Hélio Miranda (bateria) e Beto Ramos (baixo), com um vocabulário bem variado, abraçando várias referências do rock setentista brasileiro. O grupo esteve em Porto Alegre onde gravou seu primeiro álbum com os renomados produtores do rock nacional, os irmãos Gustavo e Thomas Dreher, responsáveis pelo registro de artistas como Júpiter Maçã, Graforréia Xilarmônica e Bidê ou Balde. A colaboração com os produtores trouxe um resultado mais orgânico para o disco, gravado praticamente ao vivo trazendo a vivência do palco e inclui 11 faixas – 10 composições da banda e de compositores parceiros como Gabriel Magalhães, Guilherme Cobelo e Viviane Yanagui – além de uma releitura da música “Cenouras”, composta por Fredera e gravada originalmente pelo grupo Som Imaginário em 1971.
Músicas:
01 o sumiço (tarso jones)
02 cenouras* (fredera – som imaginário)
03 barnabé itamar produções (tarso jones / marcelo moura / viviane yanagui)
04 praça central (gaivota naves / marcelo moura / tarso jones)
05 calejado (tarso jones)
06 freak lady (guilherme cobelo)
07 a diferença (tarso jones)
08 música do cais (gaivota naves / viviane yanagui)
09 mulheres coloridas (marcelo moura)
10 brasil de ponta-cabeça (gabriel magalhães / gaivota naves)
11 insônia (gabriel magalhães / viviane yanagui)*gentilmente cedida por Edições Musicais Tapajós LTDA / EMI Songs do Brasil LTDA

Rios Voadores

beto ramos – contrabaixo
gaivota naves – vocais
hélio miranda – bateria, vocais
marcelo moura – guitarra, violão, vocais
tarso jones – teclado, violão, vocais

gravado, mixado e masterizado nos estúdios dreher em porto alegre (rs)
produzido por thomas dreher e gustavo dreher

Participações Especiais:

gustavo dreher – sintetizadores em “o sumiço” e “praça central”
sergio galvão – sax tenor, sax barítono, clarineta em “praça central”
leo airplane – acordeon em “praça central”
jhoninha medeiros – tuba em “praça central”

Agradecimentos:

gabriel magalhães, guilherme cobelo, viviane yanagui, wilzy carioca, ariadne naves, carlos silva, fredera (som imaginário), carlos beleza (por esses dois anos de parceria e dedicação com os rios voadores) e todos os nossos familiares e amigos que acreditam no nosso trabalho.

Protofonia – Blavatskundum!

Protofonia – Blavatskundum!

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Single – 7 Faixas

2016

Brasília/DF

Baixado 92 vezes!

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Edição especial da faixa bônus do disco “A Consciência do Átomo” em formato de single dividido em 7 faixas, lançamento digital exclusivo do Miniestéreo da Contracultura, Baixe e ouça na ordem padrão e no modo random do seu player!

Imaginando um bizarro carnaval de rua com blocos ocultistas e místicos, o Protofonia tirou o nome da última música que foi composta para o disco. Nesse inusitado desfile havia os foliões herméticos do Cai Caibalion, Quem Muito Abaixa o Buda Aparece, “Blavatskundum”, entre outros… O motivo inicial foi um velho tema do André Chayb. Um samba pesado composto por influencia do disco “Aurora Vermelha” do guitarrista Fredera. Essa composição foi desenvolvida durante as últimas sessões do álbum, e, por isso, possui uma visão musical mais atual. “Blavatskundum” cravou de vez os elementos brasileiros na nossa constante pesquisa.

A introdução foi originalmente pensada para a bateria de uma escola de samba. Chegamos a falar com alguns membros da escola Acadêmicos da Asa Norte, mas, no fim das contas, foi mesmo Janari quem elaborou e gravou a massa sonora. Ele afinou e pendurou dois bumbos de 22’ com a intenção de soar como surdos de corte. Inicialmente, a composição soa como música contemporânea, mas logo se transmuta em uma grossa camada rítmica com três baterias. Uma liberdade em desuso para overdubs de baterias. Ruídos e barulhos de corrimão de ferro ecoando num reverb natural foram incluídos nessa introdução. Essas intervenções foram gravadas mais uma vez com celulares, dessa vez na escadaria de uma universidade. O tema que abre a faixa se repete em variações, e, a partir delas, as demais estruturas são construídas, até uma explosão branca interromper bruscamente o solo de guitarra. É o começo de uma peça ruidista que se instala, abrindo caminho para o subconsciente da música. Lentamente, a paisagem sonora revela momentos e climas se intercalando, dando sempre importância ao elemento ritmo. O samba não se perde, mesmo quando esse ritmo está oculto. A guitarra soa como um sintetizador, com a combinação de três pedais de efeitos: pitch shifter, delay e cry baby. Em um só take fizemos 18 minutos de telepatia, que foram editados e manipulados, servindo de base, posteriormente, para panelas d’água, vozes e portas, além da cuíca e dos pandeiros gravados e executados por Victor Valentim. Surgindo como uma corda de salvação desse profundo abismo psíquico, uma variação do tema inicial vem finalizar a viagem e nos lembrar de como tudo isso começou.

Faixas:

1 – Ritmo (1:22) 2 – Correspondência (2:38) 3 – Vibração (1:26) 4 – Polaridade (2:08) 5 – Causa e Efeito (2:43) 6 – Mentalismo (0:55) 7 – Gênero (1:05)

Ficha Técnica:

André Chayb – Guitarra, panela com água, voz André Gurgel – Baixo Janari Coelho – Baterias, panela com água, pio, chapa de zinco e bumbos suspensos Victor Valentim – Cuíca e pandeiro Rosa Madalena, Caubi Vilela, André Chayb, Janari Coelho e Alexandre Djodio – Falas

Gravado, Mixado e Masterizado no estúdio Zimmer-Cöllen – Ceilândia-DF por Oldair Vieira (O Clube do Som) Gravações Adicionais (Falas e Percussões) por Victor Valentim no estúdio Protofonia (408 Norte – Brasília/DF) Produção executiva: Victor Valentim Ilustrações: Eduardo Belga Produção Musical: Pedro Baldanza

Protofonia

Protofonia

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Álbum 2014 Brasília/DF
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É um trio de música instrumental, um laboratório, um lugar seguro onde os rótulos podem se despir: uma tela em branco e três pincéis, infinitas cores. O Protofonia está de acordo com tudo o que estiver relacionado a experimentalismo e improvisação: Música Livre!

Formado no auge da seca de Brasília em 2007, André Chayb (guitarra, ukelele, theremin, teclado, ruídos), Janari Coelho (bateria, percussão, paisagens e intervenções sonoras, ruídos) e André Gurgel (baixo, violão, teclado, plásticos, ruídos), todos com vasta experiência no cenário musical do Distrito Federal, trabalham músicas instrumentais autorais com muita influencia do jazz em todas as suas vertentes, blues, rock progressivo, improvisação livre, música erudita contemporânea e eletroacústica. No desenvolvimento de seus temas há sempre espaço para a explosão e o silêncio, criando cores fortes e texturas imprevisíveis que prendem a atenção do público do início ao fim de cada música.

O Protofonia, além da participação em diversos shows e festivais locais, atuou concebendo a trilha sonora do musical Macufagia, releitura de Macunaíma, obra-prima do escritor Mário de Andrade, dirigida pelo diretor uruguaio Hugo Rodas. A experiência abriu o caminho para a incursão do trio na composição de trilhas e sonoplastias, em parceria com grupos de artes cênicas e visuais.

Este primeiro disco reúne composições que começaram a ser gravadas em 2008, quando o grupo se firmou como trio após uma sequencia de várias formações (chegou a ser um quinteto, com duas baterias, duas guitarras e baixo).

As faixas Antropofagia Moderna, Cavalgando a Máquina Flexível, Doce Carne e Jardim de Maytrea foram gravadas no estúdio Octógono em 2008. Em 2009, no estúdio C.L. Áudio, foram registradas Eugênia, Não Conte Nada para sua Irmã, Triturador de Dejetos e No Palco Atrás dos Olhos. Naquele mesmo ano o grupo se desfez. Os integrantes seguiram seus projetos individuais e só voltaram a se reunir em 2012. Novas composições surgiram, mas ainda havia aquele projeto engavetado. Apesar de as faixas ainda soarem bastante cruas e inacabadas, a alta qualidade da captação motivou a continuação do processo. O material foi levado para o estúdio Zimmer-Collen, onde, em dois meses, foram feitos alguns overdubs de solos, inserções de efeitos eletroacústicos, ruídos, flautas, theremin, percussões, mixagem e masterização. O álbum Protofonia foi finalizado em abril de 2013.

Lançamento Original em CD por Editio Princeps/RJ, Masque/RJ e Marquee(RJ/Japan), lançamento virtual por  Miniestéreo da Contracultura – MDC 008 – Brasília/DF – Dez/2013.

Orquestra Abstrata – Bota de Perna Brasília

Orquestra Abstrata – Bota de Perna Brasília

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Bota de Perna

2015

Brasília/DF

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A Bota de Perna Brasília é uma gravação de jams da Orquestra Abstrata realizadas no Instituto Central de Ciências da UnB – o “minhocão”. Na ocasião, o grupo era formado por Eduardo Kolody (guitarra e efeitos), Alexandre Lima (guitarra), Clemente Dutervil (sintetizador e voz), Diogo Saraiva (contrabaixo), Edgar Felipe (trompete), Mariano Toniatti (percussão), Márlon Tugdual (bateria), Salma Jô (voz), e Victor Valentim (percussão e efeitos).
Não havia palco, apenas um grande círculo montado de forma que os músicos ficaram de frente uns para os outros em transe jazzístico enquanto que o público circulava por de trás dos mesmos, ou se aventurava em estranhas danças e performances no centro do círculo. A capa do álbum é um céu lisérgico visto do interior do prédio, mesmos jardins onde músicos e público se reuniram num ritual catártico que durou horas. Além de composições autorais, a banda improvisou sobre diversos temas, homenageando grandes nomes da música como Lula Cortes, Caetano Veloso, Os Mutantes e a vanguarda paulista; tendo tocando também versões de músicas de Vinícius de Morais, Baden Powell, Iara rennó e Skatalites.

Judas – Casa de Tolerância nº 1

Judas – Casa de Tolerância nº 1

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EP

2016

Brasília/DF

Baixado 91 vezes!

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Judas lança três canções do EP “Casa de Tolerância nº 1”

Lançamento será no dia 26 de março, sábado de Aleluia e dia da malhação do apóstolo renegado pelos cristãos, nas principais plataformas de vendas digitais

A orelha do artista Vincent van Gogh simbolicamente parou no estúdio da banda Judas, umas das mais inventivas do atual cenário pop musical de Brasília. O órgão auditivo, ícone da passionalidade do gênio da pintura, é o mote metafórico que batiza o EP “Casa de Tolerância nº 1”, que terá três canções lançadas, no dia 26 de março (não à toa, o tradicional sábado de Aleluia e de malhação de Judas, o odiado personagem bíblico).

Nesse dia, os fãs vão conhecer as canções “Casa de Tolerância nº1”, “Cada Cidade, Um Porto” e “Oroboro”. O lançamento oficial do EP sucede o elogiado álbum “Nonada” (2014), que surpreendeu pela qualidade das letras e a fusão melodiosa da viola caipira com o pop-rock urbano, numa criação que tornou real a união improvável dos dois maiores pilares inspiradores de Adalberto, compositor principal: um musical, Bob Dylan e outro estético, João Guimarães Rosa.

Paris das meretrizes

Agora, o imaginário da Judas deslocou-se para uma mítica Paris do século XIX, boêmia e cheias de bordéis pulsantes. Casa de Tolerância nº 1 era um deles. Lá, o pintor Vincent van Gogh cortejava Rachel, a musa à qual, posteriormente, ele endereçou a orelha esquerda mutilada junto a um bilhete ensanguentado: “Guarde esse objeto com cuidado”.

“A história de Van Gogh, um desenrolar extremo de um sentimento amoroso, dá o tom adulto que o EP carrega. Denota ainda a temática desse trabalho, o 1º de uma trilogia que o grupo pretende lançar até o final de 2017: amor e ódio. Depois, vem vida e morte, no EP ‘Matadouro nº 5’, e, por último, doença e cura, no EP ‘Enfermaria nº 6’”, adianta o compositor e líder da banda Adalberto Rabelo Filho, que, antes de vir morar em Brasília, pertencia as bandas paulistanas Numismata e Conjunto Vazio. Como autor, Adalberto tem músicas gravadas por Wado, Maria Alcina, Luiz Melodia e Jards Macalé.

Mistura fina

Formada em Brasília em 2009, no encontro entre Adalberto e o violeiro Fábio Miranda, Judas é uma conjunção de músicos experientes e de donos de trajetórias sonoramente diversas. Afetada pela aridez e a solidão do cerrado, a banda está em sua terceira formação, apresentada pela primeira vez ao público no começo do ano, no Clube do Choro.

São eles: Adalberto Rabelo Filho (vocalista), Fábio Miranda (viola caipira), Carlos Beleza (guitarra e integrante da psicodélica e setentista Almirante Shiva), BC Araújo (guitarra, bandolim e ex-Móveis Coloniais de Acaju), Pedro Souto (baixo e também da Almirante Shiva), Hélio Miranda (bateria, antes era o tecladista da Judas, é também baterista da incensada banda de rock Rios Voadores) e Pedro Vaz (viola caipira e percussão, integrante das bandas goianas Cega Machado e o Calango Negro). O caldeirão resultou numa música pop eletrificada envenenada pelo tom agreste da viola.

“O nome da banda faz uma alusão (entre outras) à fase Judas do Bob Dylan. Judas é como o rotularam quando ele eletrificou o folk. Construí o Judas como um arquétipo do excluído, pra que ele funcionasse como meu bode expiatório, o animal que eu sacrifico para expiar minhas aflições e minhas culpas”, destaca Adalberto.

As primeiras canções

“Casa de Tolerância nº 1” sustenta o conceito do EP e é um mergulho pesado da Judas numa onda mais psicodélica, enquanto “Oroboro” é uma balada com viés romântico e pegada nordestina. “Cada Cidade, Um Porto” dialoga com a Bahia num “afoxé existencialista”.

O EP “Casa de Tolerância nº 1”, que sai pelo selo Martelo, do produtor musical Gustavo Halfeld, foi gravado na Casa Fumarte, da Bilis Negra (dos irmãos Bruno Prieto e Breno Brites). As canções foram captadas à moda antiga, quase todas ao vivo, absorvendo a ambiência do espaço.

A capa do trabalho é do artista Felipe Monoyume, que junto a Adalberto concebeu a arte a partir de referências ao pintor Van Gogh e ao cineasta David Lynch, citando visualmente elementos do filme “Veludo Azul” e da icônica série “Twin Peaks”.

SERVIÇO:

Lançamento do EP “Casa de Tolerância nº 1”

Dia 26 de março (sábado), em todas as plataformas de venda digitais.

Valor: R$ 6 (também a venda fisicamente com o compositor Adalberto na fanpage da Judas no Facebook)

Contatos para entrevista: Adalberto Rabelo Filho (61 9256-9248) e

e-mail: otreblada@gmail.com

CRÉDITOS:

Judas: Adalberto Rabelo Filho: voz; Bruno Cesar Araujo: guitarra, bandolim e backing vocals; Carlos Beleza: guitarras; Fábio Miranda: backing vocals; Hélio Miranda: bateria e teclados; Pedro Souto: baixo; Pedro Vaz: viola e percussões.

Participações especiais: Guilherme Cobelo: backing vocals em “Cada Cidade, Um Porto”, “Oroboro” e “Casa de Tolerância nº1”; Cristina Fleury: backing vocals em “Cada Cidade, Um Porto”; Maria Sabina: voz em “Cada Cidade, Um Porto”; Rosa Barros: clarinete em “Casa de Tolerância nº1 “ Produção Musical: Gustavo Halfeld.

Assistente de Produção: Guilherme Cobelo.

Engenheiro de Som: Breno Brites.

Produção Executiva do EP: Adalberto Rabelo Filho (aardvark produções)

Mixagem e Masterização: Gustavo Halfeld

Gravado em 23, 24 e 28 de janeiro de 2016, na Sala Fumarte (Bílis Negra – Breno Brites e Bruno Prieto.

Gravado em 27 de janeiro de 2016 nos estúdios Martelo (Gustavo Halfeld)

Contatos:

Selo: Martelo (Gustavo Halfeld e João Victor Canizares).

Agenciamento: Joao Victor Canizares, Martelo Recs (showsmartelo@gmail.com)

Produção: Taiana Martins (fone: 61 9880-9990 e email: taiana.ideiascriativas@gmail.com)

Distribuição e venda: Tratore

Assessoria de Imprensa: Drive G Comunicação.

Fotos de Divulgação: Patrícia Soransso

Arte: Felipe Monoyume

Figurino: Quero Melancia

Apoio: Quero Melancia e Miniestéreo da Contracultura.

Joe Silhueta – Dylanescas

Joe Silhueta – Dylanescas

 

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EP

2016

Brasília/DF

Baixado 2037 vezes!

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Não Pense Duas Vezes

No Ep “Dylanescas”, o imaginário do artista busca inspiração no universo dylanesco, cheio de uma poesia enigmática, que evoca imagens entre sombrias e oníricas, fala sobre personagens abandonados e discorre sobre a melancolia , inundando tudo com linguagem refinada, que presta tributo não só ao bardo americano, mas também a outros grandes como Walt Whitman ou mesmo Drummond.

“Acho que o grande feito do Bob foi o de conseguir colocar, dentro da linguagem musical acessível do folk americano, a complexidade e liberdade da poesia beat e ainda assim ser compreendido, se não literalmente, ao menos no sentido de que tocou o coração das pessoas e no âmago da alma americana naqueles turbulentos anos 60. Acho que esse que é o grande ensinamento da coisa toda”, diz o compositor.

Todo Amor do Mundo

Dylanescas tem produção assinada pelo músico e compositor Kelton Gomes, recentemente premiado pelo clipe de sua canção “Sem Concerto” no 3º Festival de Cinema Curta Brasília (prêmio do júri e escolha do público). Compositor e produtor musical autodidata, artífice de canções delicadas, destaque da atual cena independente de Brasília, Kelton é um amigo de longa data de Guilherme e já fez parte do seu universo como integrante da banda Korina. Esmerado, gentil, mas assertivo, ele era o cara certo pra cuidar da linguagem folk e suave do EP, tendo inclusive escrito a maior parte dos arranjos.

Adalberto Rabelo

Sobre o EP “Dylanescas” e Joe Silhueta

Joe Silhueta, é um artista sem fronteiras, que transita entre várias linguagens. Multiplural, possui diversos projetos musicais a ponto de serem paridos. O primeiro deles será lançado este mês.

O EP Dylanescas, é um apanhado de cinco canções compostas há algum tempo e, como o próprio nome diz, têm um pé na fase do folk de Bob Dylan, mas sem perder a raiz na música brasileira, base da formação musical do compositor.

Passeando pelo folk, blues, baião e rock, Dylanescas foi produzido e mixado em parceria com Kelton Gomes, que assina grande parte dos arranjos.

Esse primeiro EP é o inicio da trajetória de Joe Silhueta, cancioneiro desvairado, poeta, com um rico universo onírico, que permeia encontros entre diversas tradições, da grécia ao sertão. Da tradição de violeiros como Elomar Figueira Melo, Vital Farias, Dércio Marques, Carlos Pita entre outros, os quais cada um à sua maneira também realizam esse encontro poético-musical entre o mítico-lunático e as harmonias e melodias do violão sempre bem casado com a voz e com as vozes.

Joe Silhueta é Guilherme Cobelo. Livreiro, poeta, violeiro. Você pode encontrá-lo pelas noites da cidade a vender livros do sebo Dom Caixote ou em rodas de violão, intercalando músicas já conhecidas com as suas próprias, e mesmo quem nunca tenha escutado suas canções autorais tem aquela sensação de que já as ouviu antes, até que em algum momento percebe que está cantando quase que por magia uma música que se escuta pela primeira vez.

Tâmara Habka

Joe Silhueta – Ritos do Leito

Joe Silhueta – Ritos do Leito

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EP

2017

Brasília/DF

Baixado 63 vezes!

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Sobre

Ritos do Leito é o segundo EP da banda brasiliense Joe Silhueta. Gravado, mixado e produzido por Kelton Gomes, Gustavo Halfeld e Guilherme Cobelo nas grutas da Sala Fumarte, o disco apresenta cinco faixas inéditas de Cobelo. Se no primeiro EP Dylanescas: 408 melancolia, lançado em março de 2016, a sonoridade era marcada por arranjos minimalistas e um pé fincado no folk dylanesco, neste segundo trabalho é marcante a presença da banda que acompanha o compositor em seus shows.

Sem abandonar as referências do primeiro trabalho, em Ritos do Leito vislumbra-se um novo caminho estético, mais próximo de nomes como Zé Ramalho e Flaviola. A presença da banda é fundamental sobretudo na faixa título e na tragicômica “Hora Gagá”. Depois de ter passado pelos principais palcos da cidade, a banda Joe Silhueta conseguiu sintetizar em estúdio a energia que suas apresentações ao vivo vem movimentando desde o lançamento das Dylanescas. Canções ao piano (“Bicho”) e ao violão (“Lambida”) também estão presentes, ligando os dois trabalhos. A psicodelia delirante de “Sonho de Pipa” fecha o disco ao mesmo tempo que anuncia os novos rumos que a banda está tomando.

Para o ano de 2017 a banda promete lançar seu primeiro álbum, intitulado Nas Trilhas do Sol. Que venham portanto os cânticos solares e os devaneios noturnos que anseiam pelas manhãs! Que as sombras se dilatem com os vendavais elétricos! E que a chuva regue os seres sedentos de sonho, luz y som.

MÚSICAS

1. Ritos do Leito [BX-GHN-17-00001]

2. Bicho [BX-GHN-17-00002]

3. Hora Gagá [BX-GHN-17-00003]

4. Lambida [BX-GHN-17-00004]

5. Sonho de Pipa [BX-GHN-17-00005]

FICHA TÉCNICA

Engenharia de som: Breno Brites (Bílis Negra)
Gravação: Gustavo Halfeld e Breno Brites na Sala Fumarte; exceto piano de “Bicho” gravado por Jota Dale.
Produção: Kelton Gomes, Gustavo Halfeld e Guilherme Cobelo
Mixagem: Gustavo Halfeld e Kelton Gomes
Masterização: Gustavo Halfeld e Kelton Gomes
Arte: Guilherme Cobelo
Foto: Janine Moraes

Joe Silhueta & a Trupe Grogue é:
Guilherme Cobelo (voz/violão/gaita)
Kelton Gomes (baixo/voz/violão)
Gaivota Naves (voz)
Carlos Beleza (guitarra)
Márlon Tugdual (bateria)
Tarso Jones (teclado)
Lucas Muniz (sanfona/clarineta/piano)
Thiago DeLimacruz (percussão)
Coro em “Lambida”: Cobelo, Kelton, Tarso, Marcelo Moura, Hélio Miranda, Tâmara Habka, Breno Brites, Bruno Prieto…

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Forró Red Light – Regional Digital Lumiado

Forró Red Light – Regional Digital Lumiado

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EP

2015

Brasília/DF

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Sobre

Quando recebi o pedido de escrever uma resenha sobre um som que ainda não tinha escutado, fiquei ao mesmo tempo curioso e inseguro por não saber o que ia colocar em meus ouvidos. Poucos minutos depois do play, uma guitarrada enfumaçada transformou tudo e já estava batendo o pé, curioso pelas próximas 5 músicas desse EP que traz influências claras do baião, do maracatu e belas melodias, com músicas para tocar no baile e outras servir de trilha sonora para dias ensolarados. Regional Digital Lumiado traz 4 composições autorais e 2 remixes muito bem produzidos: Bobo da Corte de Alceu Valença e Manto dos sonhos de Renata Rosa, que fecha o EP numa bela e etérea despedida, que nos deixa a certeza que o “arrasta pé do futuro” já é o presente, o agora, vida longa ao Forró Red Light!

Bruno Vieira Batista

Dillo

Dillo

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Álbum

2016

Taguatinga/DF

Baixado 100 vezes!

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Sobre

Dillo Daraújo fez um álbum rico e singelo que fala de novelas mas também faz uma crítica voraz às redes sociais. Pra quem não tinha perfil no twitter, Dillo mostra-se ainda mais mordaz que no disco anterior. Mas também sobraram crônicas sobre a vida a dois, sobre estilos musicais e até relações profissionais.

Nesse disco, Dillo vira o personagem que intitula o álbum, mas que surgiu antes lá no ‘Jacaretaguá’ de 2012. Onde esse mesmo personagem mergulhou nos temas propostos lá naquele período e que se repetem evoluídos neste novo petardo.

Se em 2012 você ouvia ‘Plano marmita’, agora em 2016 temos ‘Home sweet rua’, que evolui nas rimas ferozes de um robô efêmero lá da Guariroba. ‘Sessão do descarrego’ continua em ‘Jesus Krishna’ com a pegada de hit garagem com a “calça arrochadinha” e “topete de galinha” etc e tal.

Agora em 2016, Dillo chega maduro e experiente e já com filha adolescente, pra quem ele dedicou o sucesso de novela ‘Mamãe mamãe’, baseada em uma discussão escolar sobre o futuro que é projetado a todas meninas de 13 anos em diante. Com letra feminista Dillo abre o microfone para o próprio feminismo interior.

O tempero latino sensual sempre esteve presente na obra de Dillo e neste disco não poderia ser diferente como a suave ‘Dois a dois’, a acelerada ‘O som do sal’ e a poética ‘Amor de ficar’ onde o cantor cunha a expressão de “rima de aspirina pro refrão” com sua verve poética cada vez mais em evidência.

‘Pena que se acaba’ trouxe a concretização de uma parceria bem sucedida com o Roberto Frejat na guitarra, que até foi relatada em tom profético na canção ‘Fica para o próximo disco’, onde Dillo e o o guitarrista angolano Nuno Mindelis apresentam diversas desilusões e desencontros profissionais.

Em ‘Só que não’, Dillo apresenta uma crítica social poderosa em duplo-sentido. Ao usar a sigla SQN do mêmê ‘Só que não’ nas redes sociais e intitular a canção que critica as redes sociais de ‘Só que não’; ele cria um paradoxo interessante. Uma curiosidade, SQN também é um endereço em Brasília… [os comentários estão abertos para outras teorias interessantes].

‘Tempo tido’ abre o disco com uma delicadeza que não tem precedente em qualquer outra parte do álbum. Uma obra que reserva ao ouvinte o prazer de conhecer diversas facetas do personagem Dillo, que vai desde o rock ao bolero em questão de minutos… Vai lá então!

Gravado nos estúdios:
Yebba Daor por Diego Marx em Brasilia DF
Synth Love Gravadora por Joao Donato no Rio de Janeiro RJ
Iconica Studios por Alexandre Bursztyn Los Angeles CA
St Dean Studios por Andrew William Londres UK
Mixado por Diego Marx e Masterizado
por Rodrigo Cobra no Gondwana Studio – Berlim
Produzido por Diego Marx
Co-produção: Dillo
Capa: Daniel Larsan

Consuelo

Consuelo

Capa

EP

2016

Brasília/DF

Baixado 135 vezes!

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Sobre

Revigorada e empoderada pelas forças femininas, Consuelo surge em 2016. Guiada pelos influxos de suas andanças pela América do Sul, do folclore brasileiro, do underground roqueiro e dos mistérios e feitiçarias da natureza, ela apresenta suas magias sonoras.

Ao vivo, destila sua alma cigana através dos ritmos latino-americanos, folk espanhol, rock e experimentações nos arranjos. Consuelo é o alter ego de Claudia Daibert e é sua mais nova imagem musical. A cantora brasiliense fez estrada com a extinta banda Casa de Farinha – com a qual foi vencedora do Prêmio TIM da Música Brasileira (2005) e ainda circulou em turnês por todo o Brasil, Uruguai e França até 2009.

Hoje, seu timbre certeiro se une ao baixo de Vavá Afiouni (Passo Largo), ao violão de João Ferreira (Natiruts), aos sopros de Esdras Nogueira (Móveis Coloniais de Acaju), guitarra de Marcus Moraes (Passo Largo) e bateria de Thiago Cunha (Passo Largo). E assim, com um pé no Cerrado e outro no mundo, nasce Consuelo.

Seu EP de estreia foi lançado digitalmente em 02 de dezembro. O disco homônimo de 4 faixas, está em todas as plataformas de compra de música digital e streaming.

O repertório do EP Consuelo já vem sendo apresentado durante todo o ano de 2016, nos principais festivais do DF (como Satélite061, Móveis Convida, PicniK) e casas de shows da capital federal. Em novembro, a banda estreou nos palcos de São Paulo, com 3 shows na capital paulista.

Consuelo – voz e castanholas
Navalha – baixo
Juan – violão
Rufus – sax e flauta
Severo – bateria
Bebe Legal – guitarra

Coletânea FINCA 2012

Coletânea FINCA 2012

 

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Álbum

2013

Brasília/DF

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Sobre

 

Lançamento do selo Miniestéreo da Contracultura – MDC 005 – Brasília/DF

O Festival Universitário de Música Candanga da Universidade de Brasília – FINCA, com muita satisfação e alegria, apresenta sua Coletânea FINCA 2012. A XIV edição do FINCA, mais que especial, revelou grande diversidade e riqueza de estilos musico-culturais presentes no espaço universitário, nas quase sessenta bandas participantes, o que representa um marco e recorde para o Festival. As bandas e músicas melhores avaliadas estão presentes nesta coletânea, na musicalidade de Afrik du Brasil, MOVNI, Projeto Gransenzala e Bateria Insana. O FINCA acontece anualmente desde 1999, realizado pela Diretoria de Esporte, Arte e Cultura – DEA, do Decanato de Assuntos Comunitários – DAC da Universidade de Brasília – UnB. Como Festival Universitário tradicional, tem a missão e o compromisso com a música e com a cultura brasileira, ao estimular, incentivar e difundir a produção musical autoral de agentes universitários. Em 2012 o Festival integrou as comemoração do cinquentenário da UnB e foi projeto parceiro do Festival Latino Americano e Africano de Arte e Cultura. Em sua etapa nacional, consagrou-se anfitriã de dez intituições de ensino, pela valorização e incentivo ao intercâmbio da música brasileira.

Esta Coletânea é de produção predominantemente universitária, tendo contado com gravações no Estúdio do Departamento de Música – MUS da UnB, músicas autorais de agentes culturais da universidade, bem como iniciativa, execução e produção da Diretoria de Esporte, Arte e Cultura – DEA, grande contribuidora e incentivadora de cultura na UnB e em Brasília.

O FINCA 2012 agradece a prontidão de todos estes, sem os quais não seria possível realizá-lo: Lucila Souto Mayor Rondon de Andrade, Magno Assis, Paloma Amorim, Natália Stanzioni, Rosa Leite Melo, Guilherme Sampaio, Mariana Massi, Flaynna de Albuquerque Gaia, Amanda Ferreira Queiroz, Andréa de Oliveira, Natália Nogueira da Silva, Olívia da Silva Torres Teles, Andréa de Oliveira, Natália Nogueira da Silva, Pamella Aparecida da Silva, Tamires Vieira de Souza, Débora Silva Lima, Lúcia Maria Catanhede Gomes, Bruna Fernanda Leal da Silva, Francisco Bruno de Souza, Taynara Vales de Souza, Izabela Verônica Cardoso da Costa, Francis Espíndola Borges, Pablo Hércules Cunha, Geovani Taveira Lopes, Fernando Aquino Martins, Márcio H. Mota, Jordana Coury Jaber, Laura Neto Moreira, Eliane Ribeiro, João Paulo Neves Cabral, Maria Cláudia Vargas, Thennisson Andraen Freitas Andrade, Marcelo Pereira, Débora Ester Sharon Passos Teixeira, Jitone Leônidas, Rodrigo Vieira do Nascimento, Sheila Campos, Glória Fernandes, Hugo Leonardo Ribeiro, Taís Carlesso Dutra da Silva, Sandra Aparecida Cota, Márcia Silva de Oliveira, Felipe Marcel Seabra de Matos, José Luiz de Santana Matos, Ana Paula Bernardi da Silva Ventura, Vianney Cavalcante, Rairy de Carvalho, Manuella Castelo Branco, Roger Gomes, Eduardo Kolody, Bruno Mangueira, Joaquim França, Hilza Pereira dos Santos, Víctor Valentin, Wladimir Barros, Coletivo Afluentes, Coletivo Unos, Festival Latino Americano e Africano de Arte e Cultura, Departamento de Música – UnB, UnBTV, Apartamento de Trânsito – UnB, Prefeitura do Campus, Tokkata Instituto de Música, Balaio Café.

Ficha Técnica Coletânea FINCA 2012

Gravação: Estúdio do Departamento de Música – MUS da Universidade de Brasília – UnB por: Wladimir Barros e Víctor Valentim.

Mixagem e Masterização: Víctor Valentim

Selo: Miniestério da Contracultura

Projeto Gráfico: Fernando Aquino.

Coordenação de Produção: Paloma Amorim

Produção Executiva: Natália Stanzioni.

Realização: Diretoria de Esporte, Arte e Cultura – DEA do Decanato de Assuntos Comunitários – DAC da Universidade de Brasília – UnB. Brasília Ano: 2012 – 2013.

http://www.fincaunb.wordpress.com/

http://www.dea.unb.br/

Chinelo de Couro – Cantos Brasileiros

Chinelo de Couro – Cantos Brasileiros

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Álbum

2016

Brasília/DF

Baixado 560 vezes!

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Sobre

Chinelo de Couro lança seu primeiro CD – Cantos Brasileiros. O grupo ferve as noites da música popular em Brasília há quatro anos. Cantos Brasileiros é um passeio pelas culturas populares brasileiras, dos aboios dos vaqueiros aos ijexás dos terreiros com o destaque para o famoso pé de serra rabecado.

O disco conta com releituras de canções tradicionais da cultura popular nordestina, composições autorais, que se abrilhantam pela participação de renomados artistas da cidade e pela direção musical de Marcus Moraes.

O disco traz a beleza e a riqueza de nossa brasilidade traduzida pela rabeca de Maísa Arantes, a zabumba de Júlia Carvalho e o cavaquinho e violão de Letícia Fialho. Sem falar da harmonia produzida pelos vocais das três musicistas que formam um dos mais belos coros da cultura popular brasiliense.

No repertório, músicas em sua maioria autorais da banda, incluindo a música O Gosto, concorrente do Festival de Música da Rádio Nacional 2015. Hey Man, do Ave Sangria, e Canto das Lavadeiras, de Carlos Babau, ganham um novo arranjo de tirar o fôlego.

O disco Cantos Brasileiros conta com a participação especial de Chiquinho Lopes, Mestra Martinha do Coco, Mestre Zé do Pife, Shária Ribeiro, Filhos de Dona Maria e, claro, o diretor musical Marcus Moraes. O Cantos Brasileiros foi contemplado pelo FAC – Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura do Distrito Federal.

BSBLorK

BSBLorK

 

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EP

2013

Brasília/DF

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Sobre

A primeira apresentação da Orquestra de Laptops de Brasília, realizada no Tubo de Ensaios, em 2012 tornou-se também o registro de seu primeiro EP. Idealizada por Eufrásio Prates, regente e compositor da OP#19, primeira música do EP, a BSBlork é proposta ímpar no Brasil. Utilizando-se da transdução de imagem em som, o grupo chama a atenção para a performance no palco, em que os músicos movem-se constantemente em frente aos laptops a fim de produzir os estranhos sons das composições.

A segunda música, Pericón, é um releitura inspirada no gênero homônimo uruguaio, país de origem do compositor, Conrado Silva. A gravação registrou uma das últimas apresentações do músico, um dos principais nomes da eletroacústica brasileira, que viria a falecer em início de 2014.

A música da BSBLork incorpora profundamente as concepções propostas pelos movimentos pós-guerra, a dita Música Nova, desestruturando os elementos constitutivos da música ocidental: os padrões melódicos, harmônicos e rítmicos. O uso de sintetizadores FM e granulares fornece um colorido singular, experimental e de difícil audição. Contudo, a apreciação de seu som é uma experiência estética única num universo musical já saturado com as fórmulas musicais usuais.

Laptops:

Conrado Silva

Eufrásio Prates

Eduardo Kolody

Victor Valentim

Ramiro Galas

Produzido pela Orquestra Abstrata (Eduardo Kolody, Victor Valentim)

Primeira apresentação da Orquestra de Laptops de Brasília, em agosto de 2012.