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XAFU – Paredes no Horizonte

XAFU – Paredes no Horizonte

 

EP

2014

Belo Horizonte/MG e Lisbon/PT

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Sobre

XAFU nasceu da vontade de conjugar a música electrónica e suas variadas vertentes com a música do mundo, sobretudo com as sonoridades características dos países lusófonos e sua lusofonia.
Foi em Alfama, bairro de Lisboa, que essa paixão pela música electrónica e pela música popular fez com que o português André Xina e o brasileiro Juninho Ibituruna criassem o projeto XAFU.
Após dois anos de estrada e de intenso diálogo com músicos e compositores de diversas linguagens musicais, XAFU apresenta o EP Paredes no Horizonte, onde o drumn’bass, o ragga e o trip hop se entrelaçam com o fado, a morna, a música afro-brasileira, a poesia e a música experimental.
As muitas participações e convidados especiais em concertos e em gravações nomeadamente de músicos portugueses, brasileiros e dos PALOP, vão permitindo conservar e difundir ao público o património musical e artístico dos países de expressão de língua portuguesa.
Em 2013, XAFU integraram o coletivo Radio Tamashek, emissora atlântica que promove o trabalho feito por artistas de Lisboa e Belo Horizonte.
http://www.radiotamashek.com/xafu/

XAFU – Além mar

XAFU – Além mar

EP

2016

Belo Horizonte/MG

Baixado 76 vezes!

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Sobre

Depois de lançar em 2013 o seu trabalho de estreia o EP ‘Paredes do Horizonte’, XAFU regressa com ‘Além Mar’, onde novamente explora a world music e a elétronica  remisturando artistas como Ravi Shankar, Jorge Ben Jor, Cesária Èvora e Cheny Wa Gune.

Navegando pelos quatro cantos do mundo, Juninho Ibituruna e André Xina tiveram a colaboração dos músicos portugueses Ricardo Passos e João Pires, o moçambicano Cheny Wa Gune e o brasileiro Thiakov Davidovich.

Preparando-se para lançar seu próximo álbum em 2017, ‘Além Mar’ mostra mais uma vez a vontade de Juninho e Xina em compartilhar a riqueza da música feita nos países lusófonos.

Foi em Alfama, no centro histórico de Lisboa, que a paixão pela música eletrônica e tradicional influenciou o português André Xina e o brasileiro Juninho Ibituruna a criar o XAFU, no ano de  2010. Desde então, as inúmeras colaborações que incluem músicos de Portugal, Brasil e dos países de língua portuguesa, permitiram que este projecto continuasse a partilhar o patrimônio artístico e musical da cultura lusófona e da world music.

Recordings and Mix: Thiakov Davidovich @ Alcova Libertina.

Mastering: Kiko Klaus @ Camarada Mix Master.

Image: David Arranhado and Juliana Valente.

Design: Maracujá.

Vintage Vantage – Neblina

Vintage Vantage – Neblina

EP

2016

Brasília/DF

Baixado 140 vezes!

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Sobre

Vintage Vantage é um trio instrumental formado por Gabriela Ila (piano), Lucas Pacífico (guitarra) e Renan Magão (bateria). 

Com fortes influências do rock progressivo e da música brasileira, a banda acaba de lançar seu segundo EP da banda intitulado “Neblina”, primeiro EP do trio, pelo selo brasiliense Martelo Recs. Gravado na Sala Fumarte e produzido por Gustavo Halfeld.

Há uma velha frase que diz que o ‘baixo é a alma da música’. Não deixa de ser verdade, mas também não quer dizer que os graves devem ser limitados às quatro cordas convencionais. A grande sacada é saber aproveitar as oportunidade e usar com criatividade o que tem, seja limitação técnica, de pessoas ou se realmente sua proposta é sair do formato padrão de banda.

E se é para ousar, que se faça com estilo. Bateria, guitarra e piano. É assim, sem vocal, baixo e com um piano que a Vintage Vantage se apresenta para o mundo. O trio instrumental formado por Gabriela Ila (piano), Lucas Pacífico (guitarra) e Renan Magão (bateria) nasceu em Taguatinda-DF em 2010, lançando neste mês o seu segundo registro, o EP Neblina.

Parece pouco, quatro faixas, mas muito sentido no registro. A guitarra cheia de fraseados que conversam com o ouvinte, o piano misturando a base com algum toque de melancolia e a bateria segurando todas as paisagens psicodélicas da banda, fazem um conjunto coeso e muito funcional sem se prender ao convencionado musicalmente como ‘bom’ ou ‘o certo’.

Essa ousadia da banda é, na verdade, o seu grande diferencial. Tipo “Deserto”, segunda faixa do disco, que parece um Sérgio Mendes afogado em LSD, ou a título, “Neblina”, que soa como uma trilha de um horror movie bem antigo. A verdade é que a banda parece se focar em temáticas para suas canções, não se apega a estilos e tenta expandir ao máximo o seu universo criativo para além de um potencial progressivo onde seu som originalmente remete.

E este nem é o primeiro trabalho da banda, se você contar o auto intitulado registro disponibilizado em 2013. Seis canções que mostram uma banda tentando se expressar e encontrar o melhor espaço para isso, abusando de efeitos de guitarra e ainda com um baixista na formação. Não é a melhor gravação e produção, mas é uma banda tentando.

Neblina, o mais novo e indicado EP, é na verdade um vai e vem de climagens exploradas por uma banda ousada dentro de sua essência e que sabe usar muito bem sua versatilidade dentro da própria música. O trabalho saiu pelo selo Martelo Records, com produção de Gustavo Halfeld e gravação na sala Funarte. Se você quer que sua vida pareça um filme, com uma trilha sonora para cada momento, é melhor você dar o play nessas músicas.

Marcos Xi

Tritongo – O Salto do Cenoura

Tritongo – O Salto do Cenoura

EP

2013

Brasília/DF

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Sobre

Primeiro disco do Trio Instrumental Brasiliense Tritongo. Formado em 2012 por Victor Valentim, Guilherme Cobelo e Alexandre Lima, tem a proposta de apresentar músicas autorais de caráter improvizativo e sem a preucupação com estruturas convencionais. Todas as músicas do disco fazem parte da trilha sonora do curta documentário “Ponto de Memória” de Tiago Rocha, que conta a história da Vila Estrutural/DF e do lixão e seus catadores. Lançamento do selo Miniestéreo da Contracultura em parceria com 3Conto Videos – MDC 002 – Brasília/DF

Produção Musical: Victor Valentim

Gravado no Estúdio da Música (UnB): (Faixa 1 e 3) e no Ocupa Cenoura: (Faixa 2)

Mixagem e Masterização: Victor Valentim no estúdio Miniestéreo do Som

Projeto Gráfico do Encarte: Victor Valentim

Textos: Guilherme Cobelo e Victor Valentim

Programação Visual em Processing: Marius Watz

Composições e Arranjos: Tritongo

Trincado – Todos os Santos

Trincado – Todos os Santos

 

EP

2014

Teresina/PI

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Sobre

“Artaud disse uma vez: ‘Não concebo uma obra isolada da vida. Não amo a criação isolada.’ Eis uma possível chave para auscultar este trinco de ‘Todos os Santos’ e mais: de demônios, de todos tipos de figuras, de figurados, de climas claros e escuros, que mais do que imaginados são vivos, vividos na ponta da língua, no oco dessa voz. Voz que sabe metamorfosear o furor silencioso das tormentas em canções calmas, naturais, como é natural para este Trincado, o criar canções.

É um disco minimalista, com poucos elementos, e que apesar disso, ou por isso mesmo, mostra uma eloqüência rara. Silêncios macaléicos entrecortados por levada de samba, por guitarras elásticas, eletrizantes. Silêncio e poesia nas letras que cria. Chegadas e vindas, e vidas cantadas com naturalidade, com simplicidade. Um puta Ep!”

Velho Chico

Lançamento Independente de 2012 – Relançado em 2014 pelo Miniestéreo da Contracultura ( MDC – 009 )

Rios Voadores – Single 2015

 

Rios Voadores – Single 2015

 

 

EP

2015

Brasília/DF

 

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Sobre

 

A Rios Voadores traz nesse novo single um vislumbre da sonoridade que estará presente no seu álbum de estréia, gravado pelos irmãos Gustavo e Thomas Dreher e com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2016. O grupo flerta com o rock and roll psicodélico-setentista trazendo daí boa parte de suas influências. Isso fica perceptível quando escutamos as músicas Barnabé Itamar Produções e Brasil de Ponta-Cabeça. Com vocais marcantes, guitarras distorcidas e ‘defeitos espaciais’ a banda está ganhando espaço com shows eletrizantes e tem deixado o público ansioso pelo disco que está a caminho.

Orquestra Abstrata – Compacto 2012

Orquestra Abstrata – Compacto 2012

 

EP

2016

Goiânia/GO

 

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Sobre

Uma vez a cada 49 anos há um alinhamento de Mercúrio, Vênus, Marte Júpiter e Saturno com a Terra. Deve ser graças a esse alinhamento astronômico que Orquestra Abstrata resolveu lançar material novo, com o EP “Compacto 2012”, que desde a capa evoca temas cósmicos, fazendo um som espacial. Na gravação, o grupo buscou uma sonoridade retrô, misturando contrabaixo tocado num SH-1000 (primeiro sintetizador da Roland, ainda monofônico!), programações e efeitos do ableton live e pegada de jazz contemporâneo com ritmos brasileiros e piano. Sem cordas dessa vez, apenas teclas, um power trio de fusion frenético e psicodélico.

Eduardo Kolody – Synths, FX, Programações

Hudson Rabelo – Bateria

Wassily Brasil – Piano, Teclados.

Gravado por Ricardo Darin no Estúdio Volt
Mixado e Masterizado por Eduardo Kolody no Neverland Studio

MULA

MULA

 

EP

2016

Belo Horizonte/MG

Baixado 84 vezes!

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Sobre
Através da simbiose entre várias culturas, o Mula é uma banda que possui influências artísticas marcadas por ritmos brasileiros (samba, maracatu, afoxé), jamaicanos (nyabinghi, reggae, dub) e também de rock’n’roll clássico. A banda executa composições próprias, mas também toca um pot-pourri com clássicos do nyabinghi jamaicano em versões do seu ritmo irmão, o afoxé.

Uma pesquisa musical que abraça várias culturas e bebe de referências que vão desde ritmos tipicamente brasileiros, como maracatu e afoxé, até o reggae e o rock’n’roll. Este é o som da Mula. A Mula surgiu a partir do trabalho musical conjunto de Fernando Goulart (guitarra e voz) e Henrique Ávila (baixo), que participavam da banda Solnamulera. Com o fim deste grupo, novos amigos começaram a somar no processo criativo, dando origem ao novo projeto. Também integram o grupo a artista plástica, atriz, compositora Juliana Floriano, nos vocais, e Marcos Sarieddine, nos teclados, e João Paulo Drummond na percussão. O show de estreia da Mula foi em setembro de 2015 no Coletivo Alcova Libertina. O primeiro disco da banda tem foi lançado no inicio de Outubro de 2016, as músicas que compõem o repertório deste show são parte deste trabalho.

Para Fernando, a participação de Juliana é um dos diferenciais do grupo, pois além de agregar a força da figura feminina e negra, ela trouxe suas influências e raízes para as composições. As letras trazem temáticas leves que se somam a um cuidadoso acréscimo sonoro. “Estamos sempre buscando novos temperos musicais que são tão importantes como as composições. Buscamos aliar o tradicional e o novo, a couve com tutu, com o sabor das especiarias orientais. Nos importa as atmosferas musicais os timbres os ruídos meticulosamente escolhidos”, relata Fernando.

Sobre o nome da banda, que costuma despertar certa curiosidade, Marcos revela que não há nenhum mistério. “Começamos chamando de Projeto Mula e depois ficou só Mula. É um animal que a gente gosta”, brinca.

Mula é:

Juliana Floriano – voz e percussão
Nando Goulart – guitarra e voz
Henrique Ávila – baixo e violão
Marcos Sarieddine – Teclados
João Paulo Drumond – percussão

Arte gráfica – Humberto Mundim
Produção, gravação, mixagem e masterização – Thiakov
Gravado na Alcova Libertina
Sujona Records / Miniestéreo da Contracultura
2016

Molodoys – Metamorphic Fragments

Molodoys – Metamorphic Fragments

  EP 2015 São Paulo/SP  
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Sobre

Em 20 de Julho de 2014, o Molodoys lançou seu primeiro EP, produzido emixado por Gustavo Coutinho, intitulado ‘Metamorphic Fragments’, que reflete a variação em sua influência na música; a atmosfera sóbria e triste que acompanha o ouvinte durante ‘The Sigh of a Devil and The Flesh of an Angel’ contrasta com a energia alegre de ‘As You Put Your Lumberjack Shirt…’ mostra um álbum não só variante entre si quanto variante em relação ao que podemos classificar como rock nos dias atuais.

Lô Cardoso – As Lindas Flores que nunca vi ao vivo

 Lô Cardoso – As Lindas Flores que Nunca Vi ao Vivo

EP

2016

Guarulhos/SP

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Sobre

As profundezas do deserto frutífero do Sul de Minas, coloridas pelas tintas neo-psicodélicas modernas e digitais. É desse surrealismo que vem o primeiro EP do artista paulista/mineiro Lô Cardoso. Paulista/Mineiro porque ele nasceu em SP mas mora e ama MG. Um EP simples, curto e melódico, As Lindas Flores Que Nunca Vi Ao Vivo tem em seu espírito e conteúdo a rusticidade caseira nos timbres e polidez nos arranjos. Produzido inteiramente pelo artista, o EP é uma porta de entrada e um convite de boas vindas para um universo colorido e feliz por pouco mais de 10 minutos.

Aproveite a viagem.

Judas – Casa de Tolerância nº 1

Judas – Casa de Tolerância nº 1

EP

2016

Brasília/DF

Baixado 131 vezes!

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Sobre

Judas lança três canções do EP “Casa de Tolerância nº 1”

Lançamento será no dia 26 de março, sábado de Aleluia e dia da malhação do apóstolo renegado pelos cristãos, nas principais plataformas de vendas digitais

A orelha do artista Vincent van Gogh simbolicamente parou no estúdio da banda Judas, umas das mais inventivas do atual cenário pop musical de Brasília. O órgão auditivo, ícone da passionalidade do gênio da pintura, é o mote metafórico que batiza o EP “Casa de Tolerância nº 1”, que terá três canções lançadas, no dia 26 de março (não à toa, o tradicional sábado de Aleluia e de malhação de Judas, o odiado personagem bíblico).

Nesse dia, os fãs vão conhecer as canções “Casa de Tolerância nº1”, “Cada Cidade, Um Porto” e “Oroboro”. O lançamento oficial do EP sucede o elogiado álbum “Nonada” (2014), que surpreendeu pela qualidade das letras e a fusão melodiosa da viola caipira com o pop-rock urbano, numa criação que tornou real a união improvável dos dois maiores pilares inspiradores de Adalberto, compositor principal: um musical, Bob Dylan e outro estético, João Guimarães Rosa.

Paris das meretrizes

Agora, o imaginário da Judas deslocou-se para uma mítica Paris do século XIX, boêmia e cheias de bordéis pulsantes. Casa de Tolerância nº 1 era um deles. Lá, o pintor Vincent van Gogh cortejava Rachel, a musa à qual, posteriormente, ele endereçou a orelha esquerda mutilada junto a um bilhete ensanguentado: “Guarde esse objeto com cuidado”.

“A história de Van Gogh, um desenrolar extremo de um sentimento amoroso, dá o tom adulto que o EP carrega. Denota ainda a temática desse trabalho, o 1º de uma trilogia que o grupo pretende lançar até o final de 2017: amor e ódio. Depois, vem vida e morte, no EP ‘Matadouro nº 5’, e, por último, doença e cura, no EP ‘Enfermaria nº 6’”, adianta o compositor e líder da banda Adalberto Rabelo Filho, que, antes de vir morar em Brasília, pertencia as bandas paulistanas Numismata e Conjunto Vazio. Como autor, Adalberto tem músicas gravadas por Wado, Maria Alcina, Luiz Melodia e Jards Macalé.

Mistura fina

Formada em Brasília em 2009, no encontro entre Adalberto e o violeiro Fábio Miranda, Judas é uma conjunção de músicos experientes e de donos de trajetórias sonoramente diversas. Afetada pela aridez e a solidão do cerrado, a banda está em sua terceira formação, apresentada pela primeira vez ao público no começo do ano, no Clube do Choro.

São eles: Adalberto Rabelo Filho (vocalista), Fábio Miranda (viola caipira), Carlos Beleza (guitarra e integrante da psicodélica e setentista Almirante Shiva), BC Araújo (guitarra, bandolim e ex-Móveis Coloniais de Acaju), Pedro Souto (baixo e também da Almirante Shiva), Hélio Miranda (bateria, antes era o tecladista da Judas, é também baterista da incensada banda de rock Rios Voadores) e Pedro Vaz (viola caipira e percussão, integrante das bandas goianas Cega Machado e o Calango Negro). O caldeirão resultou numa música pop eletrificada envenenada pelo tom agreste da viola.

“O nome da banda faz uma alusão (entre outras) à fase Judas do Bob Dylan. Judas é como o rotularam quando ele eletrificou o folk. Construí o Judas como um arquétipo do excluído, pra que ele funcionasse como meu bode expiatório, o animal que eu sacrifico para expiar minhas aflições e minhas culpas”, destaca Adalberto.

As primeiras canções

“Casa de Tolerância nº 1” sustenta o conceito do EP e é um mergulho pesado da Judas numa onda mais psicodélica, enquanto “Oroboro” é uma balada com viés romântico e pegada nordestina. “Cada Cidade, Um Porto” dialoga com a Bahia num “afoxé existencialista”.

O EP “Casa de Tolerância nº 1”, que sai pelo selo Martelo, do produtor musical Gustavo Halfeld, foi gravado na Casa Fumarte, da Bilis Negra (dos irmãos Bruno Prieto e Breno Brites). As canções foram captadas à moda antiga, quase todas ao vivo, absorvendo a ambiência do espaço.

A capa do trabalho é do artista Felipe Monoyume, que junto a Adalberto concebeu a arte a partir de referências ao pintor Van Gogh e ao cineasta David Lynch, citando visualmente elementos do filme “Veludo Azul” e da icônica série “Twin Peaks”.

SERVIÇO:

Lançamento do EP “Casa de Tolerância nº 1”

Dia 26 de março (sábado), em todas as plataformas de venda digitais.

Valor: R$ 6 (também a venda fisicamente com o compositor Adalberto na fanpage da Judas no Facebook)

Contatos para entrevista: Adalberto Rabelo Filho (61 9256-9248) e

e-mail: otreblada@gmail.com

CRÉDITOS:

Judas: Adalberto Rabelo Filho: voz; Bruno Cesar Araujo: guitarra, bandolim e backing vocals; Carlos Beleza: guitarras; Fábio Miranda: backing vocals; Hélio Miranda: bateria e teclados; Pedro Souto: baixo; Pedro Vaz: viola e percussões.

Participações especiais: Guilherme Cobelo: backing vocals em “Cada Cidade, Um Porto”, “Oroboro” e “Casa de Tolerância nº1”; Cristina Fleury: backing vocals em “Cada Cidade, Um Porto”; Maria Sabina: voz em “Cada Cidade, Um Porto”; Rosa Barros: clarinete em “Casa de Tolerância nº1 “ Produção Musical: Gustavo Halfeld.

Assistente de Produção: Guilherme Cobelo.

Engenheiro de Som: Breno Brites.

Produção Executiva do EP: Adalberto Rabelo Filho (aardvark produções)

Mixagem e Masterização: Gustavo Halfeld

Gravado em 23, 24 e 28 de janeiro de 2016, na Sala Fumarte (Bílis Negra – Breno Brites e Bruno Prieto.

Gravado em 27 de janeiro de 2016 nos estúdios Martelo (Gustavo Halfeld)

Contatos:

Selo: Martelo (Gustavo Halfeld e João Victor Canizares).

Agenciamento: Joao Victor Canizares, Martelo Recs (showsmartelo@gmail.com)

Produção: Taiana Martins (fone: 61 9880-9990 e email: taiana.ideiascriativas@gmail.com)

Distribuição e venda: Tratore

Assessoria de Imprensa: Drive G Comunicação.

Fotos de Divulgação: Patrícia Soransso

Arte: Felipe Monoyume

Figurino: Quero Melancia

Apoio: Quero Melancia e Miniestéreo da Contracultura.

Joe Silhueta – Dylanescas

Joe Silhueta – Dylanescas

 

EP

2016

Brasília/DF

Baixado 2128 vezes!

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Sobre
 

Não Pense Duas Vezes

No Ep “Dylanescas”, o imaginário do artista busca inspiração no universo dylanesco, cheio de uma poesia enigmática, que evoca imagens entre sombrias e oníricas, fala sobre personagens abandonados e discorre sobre a melancolia , inundando tudo com linguagem refinada, que presta tributo não só ao bardo americano, mas também a outros grandes como Walt Whitman ou mesmo Drummond.

“Acho que o grande feito do Bob foi o de conseguir colocar, dentro da linguagem musical acessível do folk americano, a complexidade e liberdade da poesia beat e ainda assim ser compreendido, se não literalmente, ao menos no sentido de que tocou o coração das pessoas e no âmago da alma americana naqueles turbulentos anos 60. Acho que esse que é o grande ensinamento da coisa toda”, diz o compositor.

Todo Amor do Mundo

Dylanescas tem produção assinada pelo músico e compositor Kelton Gomes, recentemente premiado pelo clipe de sua canção “Sem Concerto” no 3º Festival de Cinema Curta Brasília (prêmio do júri e escolha do público). Compositor e produtor musical autodidata, artífice de canções delicadas, destaque da atual cena independente de Brasília, Kelton é um amigo de longa data de Guilherme e já fez parte do seu universo como integrante da banda Korina. Esmerado, gentil, mas assertivo, ele era o cara certo pra cuidar da linguagem folk e suave do EP, tendo inclusive escrito a maior parte dos arranjos.

Adalberto Rabelo

Sobre o EP “Dylanescas” e Joe Silhueta

Joe Silhueta, é um artista sem fronteiras, que transita entre várias linguagens. Multiplural, possui diversos projetos musicais a ponto de serem paridos. O primeiro deles será lançado este mês.

O EP Dylanescas, é um apanhado de cinco canções compostas há algum tempo e, como o próprio nome diz, têm um pé na fase do folk de Bob Dylan, mas sem perder a raiz na música brasileira, base da formação musical do compositor.

Passeando pelo folk, blues, baião e rock, Dylanescas foi produzido e mixado em parceria com Kelton Gomes, que assina grande parte dos arranjos.

Esse primeiro EP é o inicio da trajetória de Joe Silhueta, cancioneiro desvairado, poeta, com um rico universo onírico, que permeia encontros entre diversas tradições, da grécia ao sertão. Da tradição de violeiros como Elomar Figueira Melo, Vital Farias, Dércio Marques, Carlos Pita entre outros, os quais cada um à sua maneira também realizam esse encontro poético-musical entre o mítico-lunático e as harmonias e melodias do violão sempre bem casado com a voz e com as vozes.

Joe Silhueta é Guilherme Cobelo. Livreiro, poeta, violeiro. Você pode encontrá-lo pelas noites da cidade a vender livros do sebo Dom Caixote ou em rodas de violão, intercalando músicas já conhecidas com as suas próprias, e mesmo quem nunca tenha escutado suas canções autorais tem aquela sensação de que já as ouviu antes, até que em algum momento percebe que está cantando quase que por magia uma música que se escuta pela primeira vez.

Tâmara Habka

Joe Silhueta – Ritos do Leito

Joe Silhueta – Ritos do Leito

EP

2017

Brasília/DF

Baixado 138 vezes!

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Sobre

Ritos do Leito é o segundo EP da banda brasiliense Joe Silhueta. Gravado, mixado e produzido por Kelton Gomes, Gustavo Halfeld e Guilherme Cobelo nas grutas da Sala Fumarte, o disco apresenta cinco faixas inéditas de Cobelo. Se no primeiro EP Dylanescas: 408 melancolia, lançado em março de 2016, a sonoridade era marcada por arranjos minimalistas e um pé fincado no folk dylanesco, neste segundo trabalho é marcante a presença da banda que acompanha o compositor em seus shows.

Sem abandonar as referências do primeiro trabalho, em Ritos do Leito vislumbra-se um novo caminho estético, mais próximo de nomes como Zé Ramalho e Flaviola. A presença da banda é fundamental sobretudo na faixa título e na tragicômica “Hora Gagá”. Depois de ter passado pelos principais palcos da cidade, a banda Joe Silhueta conseguiu sintetizar em estúdio a energia que suas apresentações ao vivo vem movimentando desde o lançamento das Dylanescas. Canções ao piano (“Bicho”) e ao violão (“Lambida”) também estão presentes, ligando os dois trabalhos. A psicodelia delirante de “Sonho de Pipa” fecha o disco ao mesmo tempo que anuncia os novos rumos que a banda está tomando.

Para o ano de 2017 a banda promete lançar seu primeiro álbum, intitulado Nas Trilhas do Sol. Que venham portanto os cânticos solares e os devaneios noturnos que anseiam pelas manhãs! Que as sombras se dilatem com os vendavais elétricos! E que a chuva regue os seres sedentos de sonho, luz y som.

MÚSICAS

1. Ritos do Leito [BX-GHN-17-00001]

2. Bicho [BX-GHN-17-00002]

3. Hora Gagá [BX-GHN-17-00003]

4. Lambida [BX-GHN-17-00004]

5. Sonho de Pipa [BX-GHN-17-00005]

FICHA TÉCNICA

Engenharia de som: Breno Brites (Bílis Negra)
Gravação: Gustavo Halfeld e Breno Brites na Sala Fumarte; exceto piano de “Bicho” gravado por Jota Dale.
Produção: Kelton Gomes, Gustavo Halfeld e Guilherme Cobelo
Mixagem: Gustavo Halfeld e Kelton Gomes
Masterização: Gustavo Halfeld e Kelton Gomes
Arte: Guilherme Cobelo
Foto: Janine Moraes

Joe Silhueta & a Trupe Grogue é:
Guilherme Cobelo (voz/violão/gaita)
Kelton Gomes (baixo/voz/violão)
Gaivota Naves (voz)
Carlos Beleza (guitarra)
Márlon Tugdual (bateria)
Tarso Jones (teclado)
Lucas Muniz (sanfona/clarineta/piano)
Thiago DeLimacruz (percussão)
Coro em “Lambida”: Cobelo, Kelton, Tarso, Marcelo Moura, Hélio Miranda, Tâmara Habka, Breno Brites, Bruno Prieto…

LINKS

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Forró Red Light – Regional Digital Lumiado

Forró Red Light – Regional Digital Lumiado

EP

2015

Brasília/DF

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Sobre

Quando recebi o pedido de escrever uma resenha sobre um som que ainda não tinha escutado, fiquei ao mesmo tempo curioso e inseguro por não saber o que ia colocar em meus ouvidos. Poucos minutos depois do play, uma guitarrada enfumaçada transformou tudo e já estava batendo o pé, curioso pelas próximas 5 músicas desse EP que traz influências claras do baião, do maracatu e belas melodias, com músicas para tocar no baile e outras servir de trilha sonora para dias ensolarados. Regional Digital Lumiado traz 4 composições autorais e 2 remixes muito bem produzidos: Bobo da Corte de Alceu Valença e Manto dos sonhos de Renata Rosa, que fecha o EP numa bela e etérea despedida, que nos deixa a certeza que o “arrasta pé do futuro” já é o presente, o agora, vida longa ao Forró Red Light!

Bruno Vieira Batista

Consuelo

Consuelo

EP

2016

Brasília/DF

Baixado 172 vezes!

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Sobre

Revigorada e empoderada pelas forças femininas, Consuelo surge em 2016. Guiada pelos influxos de suas andanças pela América do Sul, do folclore brasileiro, do underground roqueiro e dos mistérios e feitiçarias da natureza, ela apresenta suas magias sonoras.

Ao vivo, destila sua alma cigana através dos ritmos latino-americanos, folk espanhol, rock e experimentações nos arranjos. Consuelo é o alter ego de Claudia Daibert e é sua mais nova imagem musical. A cantora brasiliense fez estrada com a extinta banda Casa de Farinha – com a qual foi vencedora do Prêmio TIM da Música Brasileira (2005) e ainda circulou em turnês por todo o Brasil, Uruguai e França até 2009.

Hoje, seu timbre certeiro se une ao baixo de Vavá Afiouni (Passo Largo), ao violão de João Ferreira (Natiruts), aos sopros de Esdras Nogueira (Móveis Coloniais de Acaju), guitarra de Marcus Moraes (Passo Largo) e bateria de Thiago Cunha (Passo Largo). E assim, com um pé no Cerrado e outro no mundo, nasce Consuelo.

Seu EP de estreia foi lançado digitalmente em 02 de dezembro. O disco homônimo de 4 faixas, está em todas as plataformas de compra de música digital e streaming.

O repertório do EP Consuelo já vem sendo apresentado durante todo o ano de 2016, nos principais festivais do DF (como Satélite061, Móveis Convida, PicniK) e casas de shows da capital federal. Em novembro, a banda estreou nos palcos de São Paulo, com 3 shows na capital paulista.

Consuelo – voz e castanholas
Navalha – baixo
Juan – violão
Rufus – sax e flauta
Severo – bateria
Bebe Legal – guitarra

Clube dos Bagres – Histórias mal contadas em quase canções

Clube dos Bagres – Histórias mal contadas em quase canções

 

EP

2014

Goiânia/GO

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Sobre

Histórias mal contadas em quase canções é o primeiro lançamento do Clube dos Bagres, cujo síndico é Bruno Morabati, vocalista e multi-instrumentista que compôs as quatro quase-canções do EP. Música popular chapada e descompromissada, na mesma tradição da psicodelia sertaneja produzida no cerrado, onde o músico residiu por alguns anos respirando os fungos alucinógenos e bebendo a água com césio 137 de Goiânia. Talvez tenha até mesmo levado na mala um Leprechau, que roubou seu disco do Loki quando o músico aportou novamente em Franca, local de gravação das músicas.

A pegada simples do violão bem tocado de Bruno possui humor irônico, quase britânico, como alguns trechos de Suga Sugar, faixa que abre o EP: Eu quero você/ Super feliz e idiota/ Burro feito porta/ Contente que nem nota a confusão (…) Oh não! ‘Give your card number baby/ Credit or debit? Ohw, it’s your choice’/ Não preciso que você me entenda/ Só quero que você saiba que eu estou à venda”. Sem medo de puxar o sotaque nem de discutir bad vibes, as músicas não tem o sabor amargo que costumamos a escutar no mundo indie – tem sabor de fruta madura brazuca: “Só você não vê que essa poltrona te pegou/Você segura o rato pela mão/ e a outra vai à cabeça”. Se essas histórias estão mal contadas foi afasia depois de muito som bem bolado. Então relaxa, pega o fogo, põe na massa, solta o bumbo e a fumaça.

Carne Doce – Dos Namorados

Carne Doce – Dos Namorados

EP

2013

Goiânia/GO

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Sobre

 Estaríamos no escuro não fosse o abajur vermelho sobre um móvel antigo, desses herdados da avó ou comprados em um antiquário. Uma garrafa de vinho, já pela metade e alguns copos sujos: estaríamos em casa, não fosse um palco. Então ela acontece e sem levantar o rosto tira os sapatos. Na nudez dos pés e as mãos vestidas pelo microfone, agora ela é movimento e a voz que entra nos nossos corpos e quase nos arrasta. Ela é Salma Jô – além do nome, o que você precisa saber ao seu respeito por enquanto é que ela, ao lado de Macloys, sua companhia na arte de viver o cotidiano, deu nascimento a uma das coisas mais frescas e genuínas do espaço musical brasileiro: a banda Carne Doce.

 “A gente tinha seis canções, com voz e violão, chamou o Eduardo (Kolody, do Orquestra Abstrata) e ele disse: vamos produzir isso aí!” Conta Macloys Aquino, “homem percorrido de existências” – como diria o poeta Manoel de Barros. Foi a sua existência de jornalista que o permitiu fazer a divulgação eficaz do EP, quando finalizado. Foi sua existência como integrante da banda Mersault e a Máquina de Escrever – “Era uma banda de funcionário público: a gente chegava para tocar de crachá” – que o permitiu, com olhos e ouvidos viajados, trazer um tempero a mais, “umas esquisitices”, à Carne Doce. “Eu me encontrei muito, viajei muito, me realizei muito com a Mersault. Aprendi muito com os meninos.”

O exercício de ficcionalizar a experiência do amor é o que possibilita reparti-la em diversas perspectivas. Temos, por exemplo, aquele amor que prova a si mesmo na faixa Clichê Deprê, um registro do receio que acompanha a felicidade – o receio de não merecê-la – e a percepção de que um relacionamento pode se tornar, com o desgaste e o tédio, uma solidão a dois.

Encontramos também o registro de um amor leve, estado de puro encantamento, na letra de “Dos namorados”. O tema da finitude é revisitado com olhos mais brandos: se em Clichê Deprê o fim do relacionamento é razão “pra ser mais infeliz”, em Dos namorados o interesse é pelo instante. Há a certeza de que os momentos doces são finitos, mas isso, em vez de amargura, traz o desejo de aproveitá-los até deixarem de ser.

Há o amor líquido, stalker e “social media” em Corrente, um diagnóstico divertido da obsessão que as redes sociais, com sua ilusão de vitrine e de distâncias encurtadas, podem alimentar nos apaixonados. Por fim, há o amor em combustão que faz inflar as carnes e abrir as pernas, na letra de Cavalgada. O entrelaçamento de um erotismo animal à doçura do afeto culmina em um dos versos mais inspirados do EP – e que desperta em quem escuta o desejo de saltar sobre o vazio até não sobrar nada de si além da pele espalhada pelo ar.

Uma das lentes entre seus olhos e o mundo é o filósofo francês Michel Foucault, cuja obra “Vigiar e Punir” a guiou durante a escrita da monografia com a qual se formou em Direito. As preocupações foucaultianas ressoam nas duas músicas preferidas do público do show: Fruta Elétrica e Dignos. A primeira trata de uma situação corriqueira: um vizinho reclama de uma árvore cujos galhos ultrapassam os muros. A fruta que ameaça a cerca elétrica serve como uma perspicaz metáfora dos corpos humanos insubmissos que desafiam continuamente as cercas entre as quais a sociedade em que vivemos é construída.

Se Fruta Elétrica com sua melodia que entra na pele e quase nos impele a exorcizar com dança todas as restrições que nos são impostas, Dignos tem uma melodia que nos revela a dimensão trágica da condição de um corpo que não aguenta mais. A letra trata dos corpos dóceis: todos nós que nos subtemos a uma rotina de pressa, trabalho e consumo ao fim da qual não sobra fôlego sequer para nos perguntarmos se há uma saída. Uma letra de estatura surpreendente que insere a dupla entre os grandes compositores brasileiros. Por esse estar “entre”, seria inadequado falar em influências e qualquer tentativa de comparação poderia nos distanciar daquilo que Carne Doce tem de único: o impulso transgressor do novo com a excelência artística daqueles que chegaram antes.

Wigvan Pereira

BSBLorK

BSBLorK

 

EP

2013

Brasília/DF

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Sobre

A primeira apresentação da Orquestra de Laptops de Brasília, realizada no Tubo de Ensaios, em 2012 tornou-se também o registro de seu primeiro EP. Idealizada por Eufrásio Prates, regente e compositor da OP#19, primeira música do EP, a BSBlork é proposta ímpar no Brasil. Utilizando-se da transdução de imagem em som, o grupo chama a atenção para a performance no palco, em que os músicos movem-se constantemente em frente aos laptops a fim de produzir os estranhos sons das composições.

A segunda música, Pericón, é um releitura inspirada no gênero homônimo uruguaio, país de origem do compositor, Conrado Silva. A gravação registrou uma das últimas apresentações do músico, um dos principais nomes da eletroacústica brasileira, que viria a falecer em início de 2014.

A música da BSBLork incorpora profundamente as concepções propostas pelos movimentos pós-guerra, a dita Música Nova, desestruturando os elementos constitutivos da música ocidental: os padrões melódicos, harmônicos e rítmicos. O uso de sintetizadores FM e granulares fornece um colorido singular, experimental e de difícil audição. Contudo, a apreciação de seu som é uma experiência estética única num universo musical já saturado com as fórmulas musicais usuais.

Laptops:

Conrado Silva

Eufrásio Prates

Eduardo Kolody

Victor Valentim

Ramiro Galas

Produzido pela Orquestra Abstrata (Eduardo Kolody, Victor Valentim)

Primeira apresentação da Orquestra de Laptops de Brasília, em agosto de 2012.

Barra Funda Fighters

Barra Funda Fighters

 

EP

2015

São Paulo/SP

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Sobre

As cinco músicas desse primeiro registro da Barra Funda Fighters dão uma amostra do repertório mezzo popular/mezzo esquizofrênico da banda: Barra Funda Fighters abre os trabalhos com um chute nos dentes hardcore e, na sequência, Estágio Lunar mantém o mesmo peso, adicionando um pouco de groove com sua mudança de andamento. Em seguida, a dobradinha pop do EP, Skatopia, que joga surf music e ska na mesma panela, e União Soviética II, apostando no equilíbrio entre potência e dinâmica, abrem caminho para Faixa Um – primeira música composta pela banda –, que fecha os trabalhos com seu riff intenso e seu tranquilo interlúdio, quase um microcosmo do repertório ao vivo da BFF. Com essa primeira gravação, a Barra Funda Fighters tenciona chutar a porta da frente das trilhas sonoras de novela e se tornar a maior banda de todos os tempos. Se não der, eles muito alegremente se contentam em entrar educadamente pela porta dos fundos do underground e viver pra sempre tocando pra cinco amigos pelos buracos da Barra Funda (e adjacências). Seria um belo mundo…