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Bel – Quando Brinca

Bel – Quando Brinca

Álbum

2017

Rio de Janeiro/RJ

Baixado 126 vezes!

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Sobre

Após os já lançados singles “Fica Fácil Assim” e “Bem-vindo”, BEL apresenta seu trabalho de estreia, “Quando Brinca”. Minimalista, o álbum testa os limites da canção popular, unindo tons eletrônicos, da MPB e de jazz para refletir o feminino e o mundo que cerca a mulher contemporânea. O disco foi produzido por BEL e Gui Marques e conta com participações especiais de Laura Lavieri, Larissa Conforto, Mari Romano, Rafaela Prestes (do supergrupo Xanaxou) e Qinho.

Cantora, compositora, escritora, produtora cultural e artista visual, Bel Baroni sempre teve um trabalho artístico rico em gêneros, estilos e categorias. No lançamento de seu projeto autoral, ela se mostra em sua faceta mais aberta e madura. O registro veio da vontade de se expressar individualmente ao mesmo tempo que dava vida a composições que não entravam no repertório da banda Mohandas, que a cantora e compositora integrava anteriormente. Foi uma mudança de foco.

“Fui gravando umas guias despretensiosamente e aí, quando as levei pro Gui Marques, começou a pira”, explica a artista. “Esse disco nasceu também pelas mãos dele, juntos fizemos os arranjos, fomos acrescentando elementos, vendo a coisa tomar forma e desenvolvendo o universo desse álbum no processo, no fazer. Esse caminho foi longo, mas também muito prazeroso e estimulante. O processo das coisas me encanta muito”, reflete.

Para o rico instrumental, travestido de simples, BEL contou com beats, bass-synth e synths de Gui Marques, guitarras de Diogo Sili, o sax alto de Scott Hill e o baixo acústico de Pablo Arruda. Tudo isso partiu de uma criação orgânica, da simples vontade de colocar no mundo uma inspiração, uma ideia – o mesmo ponto de partida que BEL usa para todas as suas investidas criativas.

Estudante de música desde a infância, logo passou a integrar grupos percussivos, como o Rio Maracatu, e aprimorou sua pesquisa musical na Escola Portátil de Choro e com a ajuda de professores como Oscar Bolão e Suely Mesquita. Uma mudança para Madrid, para estudar cinema, culminou na publicação independente “Quando Brinca”, uma coleção de poemas manuscritos divulgados digitalmente. 2011 viu nascer a Mohandas, onde atuou até 2015 como cantora, compositora, percussionista e produtora. Foram cerca de 200 apresentações em oito estados do Brasil e até em Buenos Aires. No currículo da banda constam dois EPs, um compacto (“Toda parte”, de 2015) e os álbuns “Etnopop” (2012) e “Um segundo” (2015) – este último, com produção executiva de Bel Baroni e produção musical de Lucas Vasconcellos (Letuce, Legião Urbana). 2016 veio trazendo novos ares com a criação do Xanaxou, reunindo oito mulheres intérpretes, compositoras e instrumentistas. Outros trabalhos incluem a produção executiva do duo Haicu e um coletivo de produtores do Rio de Janeiro que propõe ações de articulação da cena independente.

Com tantos desdobramentos, a carreira em múltiplas frentes se reflete na criação deste trabalho solo e autoral. O livro de poemas, por exemplo, compartilha seu título com o álbum que chega agora aos serviços de streaming. Foi de lá que veio boa parte das letras e ideias para o disco, o que faz da publicação o brainstorm que deu o pontapé inicial a esse novo momento criativo, abordando de sexualidade até questões sociais e políticas.

“Vejo uma coisa se desdobrando da outra. E em ambos, me senti saltando, me jogando, me atirando numa aventura. Eu tendo a levar tudo muito a sério, e essa sensação de brincar é o que me salva, me renova”, finaliza a cantora.

Ficha Técnica

Músicas de Bel Baroni (Real Grandeza e O Homem)
em parceria com Bruna Baffa (Esse Calor, Fica Fácil Assim, Mundo Novo, Junho e Quando Brinca) e com Luiz Gabriel Lopes (Bem-Vindo)

Bel Baroni – vocais e percussão eletrônica
Gui Marques – beats, bass-synth e synths
Larissa Conforto – bateria em Fica Fácil Assim e Quando Brinca
Laura Lavieri, Mari Romano e Rafaela Prestes – vocais em Fica Fácil Assim
Diogo Sili – guitarras em Bem-Vindo, Esse Calor, Junho e O Homem
Qinho – vocal em Real Grandeza
Scott Hill – sax alto em Bem-Vindo e Quando Brinca
Pablo Arruda – baixo acústico em Real Grandeza

Produzido por Bel Baroni e Gui Marques
Gravado e mixado por Daniel Sili (em O Homem e Quando Brinca) e Gui Marques
Produzido, gravado e mixado nos Estúdios Boca do Mato (em O Homem e Quando Brinca) e Frigideira entre 2015 e 2017
Masterizado por Alexandre Rabaço

Arte da Capa por Gabriel Almeida
Projeto Gráfico por Lucas Canavarro

Bagunço – Caos, Cosmos & Damião: Cosmos

Bagunço – Caos, Cosmos & Damião: Cosmos

Álbum

2016

Rio de Janeiro/RJ

Baixado 134 vezes!

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Sobre

A banda Bagunço faz um som festivo e irreverente nascido do encontro de músicos do Carnaval de rua do Rio de Janeiro.

Sua música contem muita improvisação e passeia por diversos gêneros musicais brasileiros, somados ao groove afro‐americano e a energia do Rock e do Jazz. Seja no palco, na rua ou em formato fanfarra, os músicos se colocam em cena e convocam o público a fazer parte do espetáculo.

“Caos, Cosmos e Damião”: O primeiro álbum do Bagunço contém 15 composições originais com a participação de muitos convidados como o percussionista Jorge Amorim, o bloco de maracatu Tambores de Olokum e os músicos do bloco de carnaval do Bagunço. O CD “Caos, Cosmos e Damiao” buscou captar da maneira mais fiel o som orgânico do Bagunço, entre improvisos fogosos, harmonias sutis e doces e também uma dose de malícia e versatilidade nos arranjos e na associaçao de ritmos que deixam o som dinâmico e surpreendente. O título foi escolhido com a seguinte intenção: “Caos” traduz a pesquisa sonora experimental baseada num lado mais ritual da música e o universo do jazz ; “Cosmos” a busca de equilibrio nas harmonias, o respeito às influências musicais dos grandes mestres que orientam a pesquisa musical dos membros da banda, “Damião” captura o espírito infantil e a vontade de brincar dentro dos arranjos, ousar na associação entre ritmos, assim como a capacidade que a prática da arte de rua concedeu para banda de transmitir seu universo musical para todos as idades. Trata-se de um disco duplo que se divide em duas partes, o primeiro volume chama-se Caos e tem músicas que exploram a estética do jazz/rock psicodélico com o andamento mais puxado. O segundo volume chama-se Cosmos, e contempla as canções mais tranquilas, incluindo dois números cantados, um forró progressivo e uma valsa francesa, entre muitas outras faixas onde predominam a experimentação e o improviso instrumental. Surgido como banda de rua em 2013, o Bagunço lança seu primeiro EP com 4 meses de existência. Nesses três anos de história o conjunto ganhou fãs (7.900 curtidores no facebook), criou um bloco carnavalesco, passou por várias cidades brasileiras e fez uma turnê de 40 dias pela Europa – que ganhará em breve um documentário. No atual momento, faz os shows do disco, com planos para mais uma turnê europeia e um novo disco em 2017.

Em todas faixas

Clement Mombereau : Trombone, Oboé

Michel Moreaux : Saxofone alto, Pífes, Gaita

Mathias Mafort : Sax Tenor, Soprano, Clarineta, Percussões, Flautas e Pífes

David Gonçalves : Guitarras, Violão e Voz

João Ribeiro : Teclados e Voz

Daniel Pimenta : Baixo e Tuba

Filipe Oliveira : Bateria, Percussões e Voz:

Jorge Amorim : Percussões

Em Cosme e Damião

Tambores de Olokum foram

Marina Porfírio Rogero Piu,

Rafael Ururahy, Maria Candida Petit,

Bernard Carvalho, Chica Batella

Em Gordona e Francesa

Ricardo Medeiros : Contrabaixo

Em Izidoro da Chapuera e Expressão do Cigano Igor

Márcio Sobrosa : Cuíca

Em Margarina e The Plants

Bloco do Bagunço foi

Saxofones : Gabriel Fomm, Victor Lemos, André Ramos

Trombones : Juliano Pires, Marcel Oliveira Nicolau

Tuba : Fernando Almeida

Surdo : Luciano Gonçalves

Percussões Jorge Amorim

Em Manada

André Ramos: Saxofone Barítono

Luciano Gonçalves: Percussão

Em Pontapé, Ponta-cabeça

Thales Browne recita poema de Carol Galeazzi, Mathias Mafort e João Ribeiro

Gravado no Espaço Ipiranga por Leandro Dias

Mixado e Masterizado por Martin Scian

Com apoio de Maracatu Brasil

e dos participantes no Crowdfunding

Bagunço – Caos, Cosmos & Damião: Caos

Bagunço – Caos, Cosmos & Damião: Caos

Álbum

2016

Rio de Janeiro/RJ

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Sobre

A banda Bagunço faz um som festivo e irreverente nascido do encontro de músicos do Carnaval de rua do Rio de Janeiro.

Sua música contem muita improvisação e passeia por diversos gêneros musicais brasileiros, somados ao groove afro‐americano e a energia do Rock e do Jazz. Seja no palco, na rua ou em formato fanfarra, os músicos se colocam em cena e convocam o público a fazer parte do espetáculo.

“Caos, Cosmos e Damião”: O primeiro álbum do Bagunço contém 15 composições originais com a participação de muitos convidados como o percussionista Jorge Amorim, o bloco de maracatu Tambores de Olokum e os músicos do bloco de carnaval do Bagunço. O CD “Caos, Cosmos e Damiao” buscou captar da maneira mais fiel o som orgânico do Bagunço, entre improvisos fogosos, harmonias sutis e doces e também uma dose de malícia e versatilidade nos arranjos e na associaçao de ritmos que deixam o som dinâmico e surpreendente. O título foi escolhido com a seguinte intenção: “Caos” traduz a pesquisa sonora experimental baseada num lado mais ritual da música e o universo do jazz ; “Cosmos” a busca de equilibrio nas harmonias, o respeito às influências musicais dos grandes mestres que orientam a pesquisa musical dos membros da banda, “Damião” captura o espírito infantil e a vontade de brincar dentro dos arranjos, ousar na associação entre ritmos, assim como a capacidade que a prática da arte de rua concedeu para banda de transmitir seu universo musical para todos as idades. Trata-se de um disco duplo que se divide em duas partes, o primeiro volume chama-se Caos e tem músicas que exploram a estética do jazz/rock psicodélico com o andamento mais puxado. O segundo volume chama-se Cosmos, e contempla as canções mais tranquilas, incluindo dois números cantados, um forró progressivo e uma valsa francesa, entre muitas outras faixas onde predominam a experimentação e o improviso instrumental. Surgido como banda de rua em 2013, o Bagunço lança seu primeiro EP com 4 meses de existência. Nesses três anos de história o conjunto ganhou fãs (7.900 curtidores no facebook), criou um bloco carnavalesco, passou por várias cidades brasileiras e fez uma turnê de 40 dias pela Europa – que ganhará em breve um documentário. No atual momento, faz os shows do disco, com planos para mais uma turnê europeia e um novo disco em 2017.

Em todas faixas

Clement Mombereau : Trombone, Oboé

Michel Moreaux : Saxofone alto, Pífes, Gaita

Mathias Mafort : Sax Tenor, Soprano, Clarineta, Percussões, Flautas e Pífes

David Gonçalves : Guitarras, Violão e Voz

João Ribeiro : Teclados e Voz

Daniel Pimenta : Baixo e Tuba

Filipe Oliveira : Bateria, Percussões e Voz:

Jorge Amorim : Percussões

Em Cosme e Damião

Tambores de Olokum foram

Marina Porfírio Rogero Piu,

Rafael Ururahy, Maria Candida Petit,

Bernard Carvalho, Chica Batella

Em Gordona e Francesa

Ricardo Medeiros : Contrabaixo

Em Izidoro da Chapuera e Expressão do Cigano Igor

Márcio Sobrosa : Cuíca

Em Margarina e The Plants

Bloco do Bagunço foi

Saxofones : Gabriel Fomm, Victor Lemos, André Ramos

Trombones : Juliano Pires, Marcel Oliveira Nicolau

Tuba : Fernando Almeida

Surdo : Luciano Gonçalves

Percussões Jorge Amorim

Em Manada

André Ramos: Saxofone Barítono

Luciano Gonçalves: Percussão

Em Pontapé, Ponta-cabeça

Thales Browne recita poema de Carol Galeazzi, Mathias Mafort e João Ribeiro

Gravado no Espaço Ipiranga por Leandro Dias

Mixado e Masterizado por Martin Scian

Com apoio de Maracatu Brasil

e dos participantes no Crowdfunding